A eterna comunhão
A eterna comunhão
“Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.”(Salmos 133:1)
O salmista descreve a beleza da verdadeira comunhão entre irmãos, algo precioso aos olhos de Deus. Essa experiência encontrou seu maior reflexo na igreja primitiva, quando, no Pentecostes, os discípulos estavam reunidos em oração e em um só coração. Foi nesse ambiente de unidade que o Espírito Santo desceu com poder, consagrando-os e enviando-os para a missão.
Assim como a unção do óleo que descia sobre a barba de Arão, símbolo da consagração sacerdotal, a presença do Espírito Santo foi derramada sobre todos, tornando-os participantes da mesma graça e da mesma missão. Essa união não era resultado de interesses humanos, mas fruto do amor de Cristo que os atraía e fortalecia.
Esse salmo, que já inspirava os peregrinos de Israel em suas subidas a Jerusalém, continua ecoando como um convite para a igreja de hoje: viver em comunhão é antecipar o Céu. No Pentecostes, a unidade trouxe poder. Na eternidade, a comunhão será plena, perfeita e eterna, diante do Cordeiro. O que aqui experimentamos em parte, ali será total alegria: irmãos unidos para sempre na presença de Deus.
🙏 Oração
Senhor, ajuda-nos a viver em verdadeira comunhão, unidos pelo amor de Cristo e guiados pelo Espírito Santo. Que possamos experimentar já nesta vida a doçura da unidade e que isso seja um vislumbre da comunhão eterna que desfrutaremos contigo no Céu. Amém.

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