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A eterna comunhão

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A eterna comunhão      “Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.”(Salmos 133:1)      O salmista descreve a beleza da verdadeira comunhão entre irmãos, algo precioso aos olhos de Deus. Essa experiência encontrou seu maior reflexo na igreja primitiva, quando, no Pentecostes, os discípulos estavam reunidos em oração e em um só coração. Foi nesse ambiente de unidade que o Espírito Santo desceu com poder, consagrando-os e enviando-os para a missão.      Assim como a unção do óleo que descia sobre a barba de Arão, símbolo da consagração sacerdotal, a presença do Espírito Santo foi derramada sobre todos, tornando-os participantes da mesma graça e da mesma missão. Essa união não era resultado de interesses humanos, mas fruto do amor de Cristo que os atraía e fortalecia.      Esse salmo, que já inspirava os peregrinos de Israel em suas subidas a Jerusalém, continua ecoando como um convite para a igreja de hoje: viver em...

Nazaré

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 Nazaré         “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos.”   📖 Isaías 61:1      Jesus, criado em Nazaré, abriu o rolo de Isaías e anunciou com alegria que essa profecia se cumpria n’Ele. Era o Ungido do Senhor, enviado para trazer boas novas de salvação, para libertar os cativos do pecado e curar os corações quebrantados. Naquele dia, a luz do céu brilhou naquela pequena cidade.      Mas a reação do povo foi de incredulidade: “Não é este o filho de José?” – indagaram. Logo, a admiração se transformou em revolta, e, se pudessem, teriam dado fim à vida do Príncipe da Vida ali mesmo, no lugar onde Ele crescera.      Que frustração deve ter sido para Jesus, que sempre foi amor e luz para todos ali, ser rejeitado pelos seus próprios vi...

Permanecer em Cristo

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Permanecer em Cristo       “Quando eu disser ao justo que certamente viverá, e ele, confiando na sua justiça, praticar a iniquidade, não virão à memória todas as suas justiças, mas na sua iniquidade, que pratica, ele morrerá.” ( Ezequiel 33:13)      Nossa justiça não funciona como garantia de que no futuro não nos afastaremos do caminho certo, vindo a morrer pelo pecado. A única segurança do justo é perseverar com a força e os cuidados de Jesus, permanecendo no caminho da obediência e praticando boas obras — não como mérito acumulado do passado, mas como fruto de uma vida diária em comunhão com Ele.      Abandonar e rejeitar o pecado, assim como toda condescendência com o mal, deve ser um objetivo eterno. É na constante dependência de Cristo que encontramos a verdadeira vitória e permanecemos no caminho da vida.